Quando o assunto é Neymar, normalmente as manchetes falam de futebol, patrocínios ou da sua carreira dentro e fora dos gramados. Desta vez, porém, o jogador ganhou destaque por um motivo diferente.
Segundo ranking divulgado pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), a empresa Neymar Sport e Marketing ficou em segundo lugar entre os maiores depositantes residentes de marcas do Brasil em 2025, com 278 pedidos de registro realizados. O dado coloca a empresa do atleta entre as organizações que mais investem na proteção de marcas no país.
À primeira vista, a notícia pode parecer apenas uma curiosidade. Mas ela traz uma reflexão importante para empresários e empreendedores: se uma marca pessoal tão conhecida investe na proteção dos seus ativos, por que tantos negócios ainda deixam o registro da marca para depois?
O que esse ranking do INPI revela?
O ranking do INPI reúne as empresas que mais realizaram depósitos de marcas ao longo do ano. No caso de Neymar, o número chama atenção não apenas pela quantidade, mas pela estratégia por trás desses registros.
Afinal, uma marca não é apenas um nome ou um logotipo. Ela representa projetos, produtos, serviços e oportunidades de negócio. Quanto mais uma marca cresce, maior se torna a necessidade de protegê-la.
É por isso que empresas de diferentes segmentos investem no registro de marcas: para garantir mais segurança sobre aquilo que estão construindo e evitar problemas futuros.
A proteção de marca não é só para grandes empresas
Um erro comum entre pequenos empreendedores é acreditar que o registro de marca é uma preocupação exclusiva de grandes empresas ou pessoas famosas.
Na prática, quem mais sofre com a falta de proteção costuma ser justamente quem está começando.
Imagine investir em identidade visual, redes sociais, divulgação e conquistar clientes ao longo dos anos. Agora imagine descobrir que outra empresa já possui direitos sobre aquele nome ou que você não poderá registrá-lo.
Situações como essa podem gerar prejuízos financeiros, perda de credibilidade e até a necessidade de mudar toda a identidade do negócio.
Por isso, o registro de marca não deve ser visto apenas como uma formalidade. Ele é uma forma de proteger o trabalho, o investimento e a reputação construídos ao longo do tempo.
O que empreendedores podem aprender com o caso Neymar?
A principal lição não está na quantidade de marcas registradas, mas na importância dada à proteção da marca.
Quem empreende sabe o quanto custa construir reconhecimento no mercado. Leva tempo para conquistar clientes, gerar confiança e fazer com que as pessoas associem um nome a um produto ou serviço de qualidade.
Por isso, proteger a marca é proteger tudo aquilo que ela representa.
Além de trazer mais segurança jurídica, uma marca registrada oferece benefícios importantes:
- Exclusividade de uso dentro do segmento de atuação;
- Proteção contra cópias e uso indevido;
- Mais segurança para investir em marketing e expansão;
- Valorização da empresa perante clientes e parceiros.
Em outras palavras, registrar uma marca não é apenas uma medida de proteção. É uma decisão estratégica para quem pretende crescer de forma segura.
A melhor hora para proteger uma marca é agora
Muitos empresários só buscam o registro quando enfrentam um problema. O desafio é que, nesses casos, o processo costuma ser mais complexo e custoso.
O destaque de Neymar no ranking do INPI mostra justamente o contrário: a importância de agir de forma preventiva.
Independentemente do tamanho da empresa, proteger uma marca significa garantir mais tranquilidade para investir, divulgar e expandir o negócio sem correr riscos desnecessários.
E essa é uma lição que vale para qualquer empreendedor.
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Sua marca é um dos ativos mais importantes da sua empresa. Quanto antes ela estiver protegida, maior será a segurança para continuar crescendo.




